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Por que avaliar a qualidade da água?

A água pode parecer limpa e ainda apresentar alterações físicas, químicas ou microbiológicas relevantes.

Por isso, o Teste físico-químico da água é uma etapa essencial para conhecer as características de uma amostra, apoiar decisões de tratamento e acompanhar condições relacionadas à qualidade e à potabilidade.

Essa avaliação é importante em diferentes contextos, no abastecimento para consumo humano, em escolas e hospitais, em processos industriais, em agroindústrias, em sistemas de saneamento e no controle ambiental.

Os resultados ajudam a identificar mudanças na composição da água, verificar tendências ao longo do tempo e orientar a necessidade de investigação ou de medidas corretivas.

O Teste físico-químico da água é um conjunto de análises que verifica características e substâncias presentes na amostra, como aspectos de aparência, acidez, sais, matéria orgânica e outros indicadores definidos conforme o objetivo do monitoramento.

A interpretação deve considerar o tipo de água, sua finalidade de uso, o histórico das coletas e a legislação aplicável.

Em uma análise voltada à água para consumo humano, os resultados físico-químicos contribuem para a avaliação das condições de potabilidade, mas não substituem a análise microbiológica.

Enquanto os ensaios físico-químicos investigam propriedades e componentes da água, os microbiológicos avaliam a presença de microrganismos indicadores ou de interesse sanitário.

A leitura conjunta dessas informações oferece uma visão mais completa da qualidade da amostra.

A escolha dos parâmetros, do método de coleta e da frequência de monitoramento não deve ser feita apenas com base na aparência da água.

Ela depende da origem da amostra, do uso pretendido, dos riscos envolvidos e dos requisitos sanitários e ambientais vigentes.

Por isso, a interpretação técnica dos resultados é fundamental para evitar conclusões isoladas e direcionar ações de tratamento ou acompanhamento com maior segurança.

A Lics Super Água atua com análise de água e efluentes para diferentes públicos e mantém estrutura laboratorial destinada a análises, testes práticos e simulações.

Para definir quais ensaios são pertinentes, o ideal é apresentar ao laboratório informações sobre a origem da água, a finalidade da análise e o histórico conhecido do sistema.

O que é a análise físico-química da água?

A análise físico-química da água é o conjunto de ensaios utilizado para identificar características mensuráveis da amostra, como aparência, acidez, presença de sais, matéria orgânica, metais e outros componentes.

O Teste físico-químico da água ajuda a compreender sua composição, avaliar possíveis alterações e apoiar decisões relacionadas ao tratamento, ao controle operacional e ao monitoramento da qualidade.

Esse tipo de análise não determina, sozinho, se a água é adequada para todas as finalidades.

A interpretação depende da origem da amostra, do uso pretendido, do histórico de qualidade e dos requisitos definidos pela legislação sanitária ou ambiental aplicável.

Uma água destinada ao consumo humano, por exemplo, pode exigir critérios diferentes daqueles considerados para um processo industrial, uma atividade agroindustrial ou o lançamento de efluentes.

Análise físico-química e análise microbiológica

As duas abordagens investigam aspectos diferentes e complementares da qualidade da água.

Por isso, a avaliação mais consistente costuma considerar os resultados em conjunto, especialmente quando o objetivo é verificar condições de potabilidade, investigar uma alteração ou acompanhar a eficiência de um sistema de tratamento.

Tipo de análise O que investiga Exemplos de informações obtidas Finalidade principal
Físico-química Características e substâncias presentes na amostra pH, turbidez, cor, condutividade, sais, nutrientes e determinados metais Conhecer a composição da água e identificar alterações que podem afetar o uso ou o tratamento
Microbiológica Presença ou ausência de microrganismos indicadores ou de interesse sanitário Indicadores microbiológicos definidos pelo método e pela finalidade da análise Avaliar aspectos relacionados à segurança microbiológica e às condições higiênico-sanitárias

Um resultado físico-químico alterado pode indicar mudanças na fonte de abastecimento, infiltrações, corrosão, deficiência de tratamento ou contaminação por determinadas substâncias.

Já uma alteração microbiológica pode estar associada a falhas de proteção sanitária, armazenamento, distribuição ou desinfecção.

Nenhuma dessas conclusões deve ser feita isoladamente ou sem considerar a coleta, o método analítico e o contexto da amostra.

Principais conceitos do processo

  • Amostra: porção de água ou efluente coletada para representar, dentro das condições do procedimento, o local e o momento avaliados.
  • Parâmetro: característica ou componente medido no ensaio, como pH, turbidez ou concentração de determinada substância.
  • Ensaio: procedimento técnico utilizado para produzir um resultado analítico.
  • Limite ou padrão aplicável: referência definida em norma, regulamento, licença, especificação de processo ou outro requisito pertinente à finalidade da água.
  • Rastreabilidade: capacidade de relacionar o resultado à identificação da amostra, à coleta, ao método e aos registros associados.
  • Potabilidade: condição relacionada à adequação da água para consumo humano conforme os requisitos sanitários vigentes.
  • Efluente: líquido resultante de uma atividade ou processo que pode ser submetido a tratamento, controle e avaliação antes de sua destinação.

Onde essa análise é aplicada?

Em sistemas de abastecimento, a análise físico-química pode contribuir para acompanhar a qualidade da água desde a origem até os pontos de distribuição.

Em escolas e hospitais, pode apoiar rotinas de controle e investigação de alterações que afetem usuários, colaboradores e instalações.

Para empresas e agroindústrias, os ensaios podem ser direcionados à água utilizada em processos, à água de consumo ou ao acompanhamento de efluentes, conforme a necessidade técnica e os requisitos aplicáveis.

Prefeituras e companhias de água também podem utilizar análises periódicas para observar tendências, verificar a estabilidade de uma fonte e subsidiar medidas de controle.

A seleção dos parâmetros deve ser definida com base na finalidade da avaliação, nas características conhecidas da água e na orientação de profissionais ou laboratórios competentes, sem presumir que um único painel seja adequado para todas as situações.

O Laboratório de Análise de Água e Efluentes da Lics Super Água atua com análises físico-químicas e microbiológicas, além de realizar coletas de amostras de água e efluentes e emitir relatórios claros.

Seu laboratório é informado como acreditado conforme a ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 pela CGCRE/Inmetro, o que constitui uma referência formal de competência laboratorial dentro do escopo acreditado.

Ainda assim, cada solicitação deve ser avaliada de acordo com o tipo de amostra, o objetivo do cliente e a legislação aplicável.

A análise físico-química fornece dados; a interpretação técnica transforma esses dados em informação útil para o controle da qualidade e para a definição das próximas etapas.

Principais parâmetros avaliados no teste

A composição da água varia conforme a origem da amostra, o percurso pelo sistema de abastecimento, as condições de armazenamento e a finalidade de uso.

Por isso, o Teste físico-químico da água não se limita a uma medição isolada, ele reúne diferentes parâmetros para caracterizar a amostra, identificar alterações e apoiar decisões de tratamento, controle operacional e monitoramento da potabilidade.

Parâmetros físicos e organolépticos

  • Cor, pode indicar a presença de substâncias dissolvidas ou partículas em suspensão. Alterações de cor podem estar associadas a matéria orgânica, minerais, corrosão ou falhas no tratamento.
  • Turbidez: representa a presença de partículas que dificultam a passagem da luz pela água. É útil para avaliar a eficiência de etapas como coagulação, floculação, decantação e filtração.
  • Temperatura: influencia reações químicas, solubilidade de gases, atividade microbiológica e desempenho de determinados processos de tratamento.
  • Odor e sabor: são características organolépticas importantes para a aceitação da água. Mudanças podem sinalizar matéria orgânica, compostos químicos, problemas de armazenamento ou alterações na rede.
  • Sólidos suspensos e sólidos totais: ajudam a compreender a quantidade de material particulado ou dissolvido presente na amostra, especialmente em águas de processo e efluentes.

Indicadores químicos

  • pH, indica o grau de acidez ou alcalinidade da água. Esse parâmetro interfere na corrosão, na formação de incrustações, na eficiência de desinfetantes e no comportamento de diversas substâncias.
  • Condutividade elétrica: funciona como um indicador indireto da presença de íons dissolvidos. Pode ser útil para acompanhar mudanças na composição da água, infiltrações ou variações em processos industriais.
  • Alcalinidade: está relacionada à capacidade da água de neutralizar ácidos. É relevante para o equilíbrio químico e para o controle de processos de tratamento.
  • Dureza: associada principalmente à presença de cálcio e magnésio, pode contribuir para a formação de incrustações em tubulações, caldeiras e equipamentos.
  • Cloro residual ou outros indicadores de desinfecção: podem ser avaliados quando relacionados ao controle do tratamento e à manutenção das condições sanitárias ao longo do sistema.
  • Nutrientes, como compostos de nitrogênio e fósforo: são importantes em avaliações ambientais e de efluentes, pois podem indicar fontes de contaminação e contribuir para processos de eutrofização.
  • Metais e outros elementos químicos: a investigação pode ser indicada conforme a origem da água, a atividade desenvolvida no local, o histórico da área e os riscos associados ao processo avaliado.
  • Demanda química ou bioquímica de oxigênio: em efluentes, esses indicadores ajudam a estimar a carga de matéria oxidável e a avaliar o comportamento do despejo em processos de tratamento.

Quadro educacional de interpretação

Parâmetro O que pode indicar Por que é relevante
Cor Substâncias dissolvidas ou partículas Avalia alteração visual e possíveis causas de origem natural ou operacional
Turbidez Material particulado em suspensão Apoia o controle de clarificação, filtração e tratamento
pH Acidez ou alcalinidade Influencia reações químicas, corrosão e eficiência do tratamento
Condutividade Íons dissolvidos Permite acompanhar mudanças na composição da água
Alcalinidade Capacidade de neutralização Contribui para o controle do equilíbrio químico
Dureza Cálcio e magnésio dissolvidos Ajuda a prevenir incrustações e problemas operacionais
Odor e sabor Compostos ou alterações na amostra Relaciona-se à aceitação e à percepção de qualidade
Sólidos Material suspenso ou dissolvido Apoia a avaliação de águas de processo e efluentes

A seleção dos parâmetros deve considerar o tipo de água, a finalidade da análise, o histórico do local, os processos envolvidos e os riscos que precisam ser investigados.

Uma amostra destinada ao consumo humano pode exigir um conjunto diferente daquele aplicado a uma água de processo industrial ou a um efluente.

Atenção à legislação e à interpretação técnica

Os resultados devem ser comparados com os requisitos da legislação sanitária e ambiental vigente aplicáveis ao tipo de amostra e ao uso pretendido.

Não é adequado aplicar um limite regulatório de forma genérica, pois os critérios podem variar conforme a finalidade da água, a categoria do efluente e a jurisdição competente.

Além disso, um resultado alterado não identifica automaticamente a causa do problema.

A interpretação técnica deve considerar a coleta, a preservação, o método analítico, o histórico de resultados e as condições do sistema.

Quando necessário, profissionais habilitados podem relacionar os dados a ações corretivas, novas análises ou ajustes no tratamento.

A avaliação físico-química também deve ser integrada à análise microbiológica quando o objetivo for verificar a qualidade da água para consumo humano, já que cada abordagem investiga aspectos diferentes e complementares.

Como funciona a coleta e o processo de análise?

A confiabilidade de um teste físico-químico da água depende não apenas do ensaio realizado no laboratório, mas também da forma como a amostra é planejada, coletada, identificada, preservada e transportada.

Uma coleta inadequada pode alterar as características da água e comprometer a interpretação dos resultados.

Por isso, quando o protocolo técnico ou a finalidade da análise exigir, a coleta deve ser realizada por equipe capacitada e seguindo procedimentos compatíveis com o tipo de amostra.

Fluxo da jornada da amostra

  • Planejamento: são definidos o objetivo da análise, o tipo de água ou efluente, os pontos de coleta, os parâmetros de interesse e os requisitos aplicáveis à finalidade da amostra.
  • Coleta: a amostra é obtida no ponto previamente estabelecido, com cuidados para reduzir riscos de contaminação, perdas ou alterações nas características avaliadas.
  • Identificação: o recipiente e os registros associados devem permitir reconhecer a amostra, o ponto de origem, a data da coleta e outras informações necessárias à rastreabilidade.
  • Preservação: conforme o parâmetro analisado, podem ser necessários cuidados específicos para manter a integridade da amostra até o ensaio.
  • Transporte: a amostra deve ser encaminhada ao laboratório sob condições compatíveis com o método aplicável e com o período de estabilidade pertinente.
  • Recebimento e conferência: o laboratório verifica as informações disponíveis, as condições da amostra e a adequação para prosseguir com a análise.
  • Ensaio laboratorial: profissionais e equipamentos adequados são utilizados conforme métodos aplicáveis ao parâmetro e à matriz analisada.
  • Controle de qualidade: os resultados passam por verificações técnicas e registros que apoiam a consistência do processo analítico.
  • Relatório: as informações são organizadas em um documento para facilitar a avaliação dos resultados e a tomada de decisões.

Critérios, informações úteis para fornecer ao laboratório

Antes de solicitar a análise, o cliente deve reunir, sempre que possível:

  • finalidade da análise, como consumo humano, controle de processo, monitoramento ambiental ou avaliação de efluente;
  • tipo e origem da amostra;
  • ponto ou pontos de coleta;
  • histórico conhecido de alterações na água, no processo ou no sistema de abastecimento;
  • parâmetros de interesse ou exigências definidas pelo responsável técnico e pela legislação aplicável;
  • necessidade de avaliar água bruta, água tratada, água de consumo, água de processo ou efluente;
  • informações sobre tratamentos realizados, produtos utilizados ou ocorrências que possam influenciar a amostra;
  • frequência desejada para o monitoramento, quando houver necessidade de acompanhamento periódico;
  • dados necessários para identificação e emissão do relatório.

A seleção dos parâmetros não deve ser feita apenas com base em uma lista genérica.

O conjunto adequado depende da origem da água, do uso pretendido, dos riscos envolvidos, do histórico do local e dos requisitos sanitários ou ambientais aplicáveis.

Rastreabilidade e confiabilidade do processo

Rastreabilidade significa conseguir relacionar o resultado apresentado à amostra correta, ao ponto de coleta, às condições registradas e às etapas realizadas até a emissão do relatório.

Esse controle reduz ambiguidades e facilita a comparação entre campanhas de monitoramento.

Também permite investigar resultados inesperados, repetir avaliações quando tecnicamente necessário e acompanhar tendências ao longo do tempo.

A confiabilidade não depende somente do equipamento ou da análise isolada.

Ela envolve a combinação entre planejamento, coleta representativa, preservação adequada, transporte compatível, identificação correta, método apropriado, registros completos e revisão técnica.

Quando a coleta é feita pelo próprio laboratório ou por equipe capacitada, o processo pode contar com orientação alinhada à finalidade da análise, sem substituir a avaliação do responsável técnico quando ela for necessária.

A Lics Super Água informa que seu Laboratório de Análise de Água e Efluentes realiza coletas de amostras de água e efluentes, análises físico-químicas e microbiológicas e emissão de relatórios claros e de fácil interpretação.

O atendimento é direcionado a diferentes públicos, incluindo prefeituras, escolas, hospitais, empresas, agroindústrias e companhias de água.

A empresa também informa oferecer suporte técnico especializado e cronogramas programados de coletas periódicas.

Métodos laboratoriais e controle de qualidade

Os métodos de análise são escolhidos de acordo com o parâmetro investigado, a matriz da amostra e a finalidade do ensaio.

Durante o processo, controles laboratoriais e registros técnicos podem contribuir para verificar a consistência das medições, identificar possíveis desvios e documentar as condições da análise.

A interpretação final deve considerar a incerteza, a qualidade da amostra, o método utilizado e os requisitos legais ou técnicos aplicáveis.

O resultado do laboratório é uma evidência para apoiar decisões, mas não deve ser analisado fora de contexto.

Em situações de alteração, é recomendável avaliar o histórico, confirmar a representatividade da coleta e buscar orientação de profissionais habilitados para definir as próximas etapas.

Como interpretar os resultados e definir ações corretivas?

A interpretação de um laudo de água não deve se limitar a verificar se um número está alto ou baixo.

Cada resultado precisa ser relacionado à finalidade da amostra — consumo humano, processo industrial, abastecimento público, uso institucional ou lançamento de efluentes —, ao histórico de monitoramento e aos requisitos da legislação sanitária e ambiental aplicável.

O Teste físico-químico da água fornece evidências sobre as características da amostra, mas a conclusão técnica depende do conjunto de parâmetros, das condições da coleta e do contexto de uso.

O que fazer quando um resultado está alterado?

Quando um parâmetro apresenta resultado incompatível com o padrão ou com o histórico esperado, a primeira medida é evitar conclusões precipitadas.

Deve-se confirmar a identificação da amostra, consultar as observações do relatório, verificar se houve alterações recentes no sistema e avaliar a necessidade de uma nova coleta ou de ensaios complementares.

A investigação deve considerar possíveis causas, como mudanças na origem da água, falhas de manutenção, variações no processo de tratamento, interferências externas ou condições inadequadas de armazenamento.

Um resultado alterado não define, sozinho, a causa do problema nem determina automaticamente uma solução.

A avaliação por profissionais habilitados é importante para interpretar os dados, estabelecer prioridades e orientar ações corretivas compatíveis com o tipo de instalação e com os requisitos aplicáveis.

Um único resultado fora do padrão é suficiente para interromper o uso da água?

A decisão depende do parâmetro identificado, da finalidade da água, do requisito legal aplicável e da avaliação de risco.

Em situações relacionadas ao consumo humano ou a processos sensíveis, o responsável deve buscar orientação técnica e seguir os procedimentos de segurança definidos para a instalação, sem basear a decisão apenas em uma leitura isolada.

É necessário repetir o Teste físico-químico da água?

Pode ser necessário repetir a análise quando houver suspeita de alteração pontual, dúvida sobre a representatividade da amostra, mudança nas condições do sistema ou necessidade de confirmar uma tendência.

A repetição deve ser planejada de acordo com a investigação técnica, e não utilizada para descartar um resultado desfavorável sem apurar sua causa.

Como saber se o problema está na fonte ou no sistema de distribuição?

A comparação entre pontos de coleta pode ajudar a identificar onde ocorre a alteração.

Amostras da origem, da etapa de tratamento, do reservatório e dos pontos de consumo, quando tecnicamente pertinentes, permitem relacionar os resultados ao percurso da água.

Essa estratégia deve seguir um plano de amostragem adequado e considerar a preservação e a rastreabilidade das amostras.

Exemplos de decisões após resultados alterados

  • Alteração em características físicas ou organolépticas: investigar mudanças de cor, turbidez, odor ou sabor, verificar condições de reservação e avaliar se são necessários ensaios adicionais.
  • Parâmetro químico fora do comportamento histórico: revisar a origem da água, os insumos e as etapas de tratamento, além de comparar o resultado com análises anteriores.
  • Resultado associado a um processo industrial ou agroindustrial: relacionar a análise às matérias-primas, ao processo produtivo e aos controles internos, observando também os requisitos ambientais aplicáveis.
  • Divergência entre pontos de coleta: ampliar a investigação ao longo do sistema para identificar possíveis variações entre a captação, o tratamento, o armazenamento e a distribuição.

Esses exemplos são orientativos e não substituem um diagnóstico técnico.

A ação corretiva deve ser registrada, avaliada e acompanhada por novas análises quando isso for indicado, permitindo verificar se a medida adotada foi adequada.

Monitoramento periódico e suporte técnico

A análise periódica ajuda a transformar resultados isolados em histórico de qualidade.

Um cronograma de coletas deve considerar a finalidade da água, a criticidade do uso, as características do sistema, as exigências legais e os eventos que possam modificar a qualidade da amostra.

Também é recomendável documentar datas, pontos de coleta, condições observadas, resultados, medidas adotadas e responsáveis pelo acompanhamento.

A Lics Super Água realiza coletas de amostras de água e efluentes e oferece relatórios claros, além de suporte técnico especializado e orientação sobre ações corretivas quando necessário.

O laboratório atende demandas de prefeituras, escolas, hospitais, empresas, agroindústrias e companhias de água, com possibilidade de programar coletas periódicas conforme a necessidade apresentada pelo cliente.

A definição dos parâmetros, da frequência e das medidas posteriores deve ser orientada tecnicamente e ajustada ao caso concreto.

Como escolher um laboratório para análise de água e efluentes?

A escolha de um laboratório para realizar análises de água e efluentes deve considerar mais do que a simples emissão de um resultado.

É importante verificar a competência técnica, a adequação dos métodos ao objetivo da análise, a rastreabilidade da amostra, a clareza do relatório e a compatibilidade com a legislação aplicável ao tipo de água avaliado.

Critérios de contratação

Antes de solicitar o serviço, confirme:

  • qual é a finalidade da análise: consumo humano, processo industrial, monitoramento ambiental, abastecimento público ou controle de efluentes;
  • quais parâmetros precisam ser investigados, considerando o tipo de amostra e os riscos relacionados ao uso da água;
  • se o laboratório possui competência compatível com os ensaios necessários;
  • se a coleta será realizada por equipe capacitada quando o protocolo ou a finalidade do ensaio exigir esse cuidado;
  • como ocorre a identificação, a preservação, o transporte e o recebimento das amostras;
  • se o relatório apresenta resultados, unidades de medida, métodos aplicados e informações suficientes para interpretação;
  • se o atendimento considera a legislação sanitária e ambiental vigente;
  • se existe possibilidade de organizar análises periódicas e acompanhar a evolução dos resultados;
  • se o laboratório oferece suporte técnico para esclarecer dúvidas e discutir possíveis ações corretivas.

A contratação deve começar pela definição do problema que se pretende avaliar.

Um teste físico-químico da água pode ser adequado para investigar características como turbidez, cor, pH, condutividade ou presença de determinadas substâncias, mas a seleção dos parâmetros depende da origem da água, do uso previsto e dos requisitos técnicos aplicáveis.

Em muitas situações, a avaliação físico-química precisa ser complementada por análises microbiológicas.

Sinais de competência e confiabilidade

A acreditação laboratorial é uma evidência formal de competência para atividades incluídas no escopo reconhecido.

No entanto, é essencial verificar se o escopo de acreditação contempla o ensaio, a matriz e o método necessários para a demanda.

A acreditação não deve ser interpretada como uma autorização genérica para qualquer tipo de análise.

Também é recomendável observar a existência de práticas de controle de qualidade, registros que permitam rastrear a amostra e relatórios apresentados de forma objetiva.

Esses elementos ajudam a reduzir o risco de interpretações equivocadas e tornam o resultado mais útil para decisões de tratamento, manutenção, investigação ou monitoramento.

A experiência e a estrutura da Lics Super Água

A Lics Super Água atua desde janeiro de 2002 no setor de tratamento microbiológico de água e saneamento ambiental.

Conforme os dados técnicos institucionais apresentadas, a empresa mantém um Laboratório de Análise de Água e Efluentes, com realização de análises físico-químicas e microbiológicas, coleta de amostras de água e efluentes e emissão de relatórios claros e de fácil interpretação.

Entre os sinais formais de gestão e competência informados estão a certificação na norma ISO 9001:2015 e a acreditação do laboratório conforme a ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 pela CGCRE/Inmetro.

A empresa também informa possuir uma área destinada a testes práticos e simulações, além de equipe técnica capacitada para realizar coletas e oferecer orientação sobre ações corretivas quando necessário.

A atuação informada concentra-se principalmente nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, atendendo a públicos como prefeituras, escolas, hospitais, empresas, agroindústrias e companhias de água.

Para avaliar a adequação do serviço, o cliente deve confirmar diretamente quais análises, matrizes e condições de atendimento estão disponíveis para sua necessidade específica.

O que significa um laboratório ser acreditado?

Significa que uma entidade competente avaliou determinados requisitos técnicos e reconheceu a competência do laboratório para atividades incluídas em um escopo específico.

Por isso, a consulta ao escopo aplicável é uma etapa importante antes da contratação.

Um laboratório não acreditado pode realizar análises?

A ausência de acreditação não permite concluir, isoladamente, que o laboratório não tenha capacidade técnica.

Porém, o contratante deve buscar outras evidências documentadas de competência, controle de qualidade, adequação metodológica e rastreabilidade.

Dependendo da finalidade da análise, podem existir exigências formais que tornam a acreditação ou outro tipo de reconhecimento especialmente relevante.

A acreditação promove que qualquer resultado esteja correto?

A acreditação fortalece a confiança nos processos avaliados, mas não substitui a correta definição da amostra, dos parâmetros, da coleta e da interpretação.

O resultado deve ser analisado dentro do escopo, do método e das condições registradas para aquele ensaio.

O relatório do laboratório basta para definir uma ação corretiva?

A aplicação nem sempre é indicada, pois cada sistema precisa ser avaliado conforme suas condições de operação.

Um resultado alterado deve ser relacionado ao histórico da água, ao processo de tratamento, às condições do sistema e aos requisitos legais aplicáveis.

Profissionais habilitados podem ajudar a identificar causas, priorizar providências e definir um plano de monitoramento.

Solicite orientação para definir a análise!

Se houver dúvida sobre quais parâmetros avaliar, com que frequência realizar o monitoramento ou como interpretar um resultado, procure orientação técnica antes de contratar o ensaio.

A Lics Super Água informa oferecer suporte especializado, coletas de água e efluentes, análises laboratoriais e orientação sobre ações corretivas.

O contato consultivo pode ajudar a relacionar a finalidade da água, a necessidade do cliente e a análise mais adequada, sem substituir a avaliação técnica específica nem a consulta à legislação vigente.

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Principais regiões de atendimento:

  • Atendimento realizado em todo o estado de Santa Catarina.
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